Concorra a 5 livros

PROMOÇÃO

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Impossível não gostar

RESENHA

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Laços Inseparáveis, da Emily Giffin

RESENHA

Laços Inseparáveis, da Emily Giffin Laços Inseparáveis, da Emily Giffin

Ter muitos livros ou ler muitos livros?

OPINIÃO

Ter muitos livros ou ler muitos livros? Ter muitos livros ou ler muitos livros?

Vídeo: Caixinha de Correio #5



Olá, gente! Vamos comemorar porque eu não atrasei mais um vídeo e consegui gravar um (bem grandinho) ontem de noite :D Eu demorei falando de cada livro, por isso ficou com um tempo maior que os outros, ok? Mas assistam, tem muitos livros legais, prometo. Espero que gostem! Não esqueçam de se inscrever no canal e cliquem no "joinha" pra gente ficar feliz.


 

Paula Pimenta lê o prólogo de Minha Vida Fora de Série 2




Finalmente, a continuação de Minha Vida Fora de Série tá chegando por aí! Faz tanto tempo que o primeiro volume foi lançado, que eu vou precisar dar aquela relida marota para poder relembrar tudo de lindo que aconteceu com a Priscila.

Relembre tudo com a resenha publicada aqui no blog, e não deixe de conferir a leitura que Paula fez do prólogo da Segunda Temporada.



Predestinados, Josephine Angelini




  • Título: Predestinados
  • Autor(a): Josephine Angelini
  • Editora: Intrínseca
  • Ano: 2012
  • Páginas: 320
  • Cortesia da Editora Intrínseca
Helen Hamilton passou a vida inteira tentando disfarçar o fato de que é uma garota diferente, mas agora, aos dezesseis anos, isso está cada vez mais difícil. Não apenas por causa de sua força sobre-humana ou porque às vezes, sem motivo aparente, pessoas estranhas simplesmente a atacam, mas também porque ela teme que seu juízo esteja seriamente comprometido. Pesadelos recorrentes com uma estranha viagem pelo deserto e a visão de três mulheres derramando lágrimas de sangue a tem atormentado noite e dia. Ao mesmo tempo, um impulso inexplicável, incontrolável, passa a dominar seus pensamentos: Helen quer matar Lucas, um dos rapazes da glamorosa e misteriosa família Delos. À medida que descobre mais sobre sua verdadeira origem, ela percebe que a relação dos dois está submetida não só à sua vontade, mas a forças e tradições ancestrais.
Predestinados é inspirado na Ilíada, de Homero. A feliz combinação de mitologia grega e romance faz com que o livro seja imediatamente comparado a Crepúsculo e Percy Jackson e os olimpianos.

Me precipitei achando que a criatividade já havia se esgotado entre os enredos sobrenaturais. Predestinados mistura duas coisas que eu adoro: sobrenatural e mitologia grega, e ainda aproveitaram para recontar uma clássica história, outra coisa que eu amo. A história de Predestinados trás um mundo pós-guerra da Tróia, a guerra que teve envolvimento até dos Deuses. O ódio foi pairando de geração a geração, e foi se acentuando uma rixa entre os descendentes dos Deuses, os famosos semi-Deuses.

Helen Hamilton é extremamente forte, rápida, entre outras super-características, e ela não entende o porquê de ser tão diferente, mas ela vai levando uma vida normal do jeito que pode, e escondendo essas características estranhas até da sua sombra. As coisas mudam, então, quando a grande família Delos se muda para onde ela mora. Ela começa a assumir um comportamento estranho, sentindo um ódio pelos desconhecidos que não sente nem pela sua inimiga do colégio. Eles escondem um segredo que vai revelar toda a história da Helen. Como eu li pouco da sinopse e nenhuma resenha, tive poucas pistas do motivo desses “poderes.”

O livro tem bons personagens, que, acima de tudo, não irritam o leitor. Minha preferida, como a da maioria das pessoas, foi Claire, a melhor amiga da Helen. Ela é uma amiga perfeita, daquelas que não saem do lado da sua amiga, mesmo quando ela tá sendo a criatura mais chata do mundo, e a disposição dela para ser fofa e, ao mesmo tempo, durona fez com que eu gostasse ainda mais dela. Os outros personagens não deixaram a desejar. Do modo como a autora os construiu, acho que conseguiu transmitir bem as características de cada um. Tive a impressão de que estava no caminho certo, pelo que eu sentir em relação a todos eles. Diferentemente de outros livros como Sussurro, em que a autora se esforçou muito para uma personagem com a Vee ser super querida, o que teve uma reação contrária da minha parte.

Gostei da narrativa da autora, mas achei que ela não soube administrar bem os mistérios que ela criou. Josephine demora muito para fazer uma nova revelação, o que me levou, em certos momentos, a ficar um pouco desestimulada com a leitura. A história, apesar de ser fascinante, e de ter várias semelhanças com a Odisseia (a propósito, fiquei morta de vontade de ler), a autora não conseguiu explicar com muita clareza, talvez por consequência de todo o suspense que ela quis fazer. Josephine deixou que a minha imaginação pairasse muito longe, ficando difícil de me afastar das teorias que criei e me levei a acreditar assim que a verdade era posta na minha frente.

Em suma, foi uma boa abordagem, uma temática que fugiu dos clichês quando a moda da sobrenatural estava em seu ápice. Apesar do romance proibido que é bem clichê para a temática, ficamos mais apegados à mitologia em si, do que aos pequenos detalhes. Apesar dos pequenos detalhes que me insatisfizeram, a leitura foi gostosa.

Eu poderia fazer uma comparação com a saga criada pelo Rick Riordan, Percy Jackson e Os Olimpianos, mas toda a abordagem é tão diferente que as duas histórias foram se distanciando uma da outra a cada página.

Tem alguém aí?, Marian Keyes




  • Título: Tem algém aí?
  • Autor(a): Marian Keyes
  • Editora: Avon A
  • Ano: 2007
  • Páginas: 368
  • Livro lido em inglês
Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York. Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo®, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido. Sua volta para Manhattan se torna complicada não só por conta de suas cicatrizes físicas e emocionais, mas também porque Aidan parece ter desaparecido.

Melancia foi o primeiro livro chick-lit que li e também o primeiro da Marian Keyes. Na época, eu não fazia ideia o que era o mundo da literatura e como os gêneros se dividiam.Gostei muito do livro e tentei ler outras obras da autora, mas acabei descobrindo outras coisas e a Marian ficou para depois. Esse é o segundo livro dela que eu leio e descobri recentemente que ele faz parte da série da Família Walsh (com 4 volumes), que por ironia do destino, Melancia é o primeiro. Já Tem Alguém Aí? é o último e o mais elogiado pelas críticas.

O quarto livro da série conta a história de uma das irmãs Walsh, a Anna, que está morando temporariamente na cada dos seus pais em Dublin. Ela está cheia de cicatrizes por todo o corpo, sem conseguir andar direito, por causa do joelho que dói, e toma remédios diariamente. Ela sente saudades da sua casa em Nova York e não para de pensar em seu marido Aidan, que está longe dela. Morrendo de vontade de voltar ao seu emprego, que lhe dá acesso a maquiagens e cremes de graça, Anna se vê perdida quando sua vida dá uma reviravolta.

Pela história não tem como não pensar que esse será mais um livro da Marian Keyes que impressiona, até porque ele foi bem aclamado pela mídia. "Melhor livro da Keyes", disse tal jornal na contra-capa do livro. Claro que me empolguei com a leitura, mas não concordo com o que foi falado. A história de Anna se arrasta pelas 464 páginas do livro. No começo, a narrativa é muito divertida, como é comum da autora, mas depois as coisas vão ficando bem depressivas e repetitivas.

Não é fácil perder alguém que se ama, principalmente quando essa pessoa é o seu marido. O mistério que se arrasta pelos capítulos é desnecessário e acabamos descobrindo, bem antes dela, o que aconteceu com Aidan. Depois disso, as coisas engraçadas que aconteciam no começo acabam se voltando para uma das irmãs dela, a Helen, que ficou lá em Dublin investigando o mistério do cachorro que faz sua necessidades todos os dias em frente a casa da sua família.

O final é emocionante, mas não compensa a lentidão do meio da história. Ela passa mais tempo sofrendo do que tentando resolver o problema dela e isso irrita um pouco. Parece que Anna quer ficar no fundo do poço para sempre, como se o marido dela fosse ressuscitar ou algo assim. Poderia ser sim, uma história mais atrativa se fosse mais curta. No geral, fico só com as três estrelinhas, vamos ver a próxima obra que eu vou ler.

Vídeo: Especial Dia das Mães



Especial Dia das Mães bem atrasado, mas enfim, eu consegui fazer tudo e postar ainda essa semana. Como eu tinha explicado no post anterior, meu fim de semana não foi fácil, haha. Mas consegui recuperar os arquivos e é isso que importa. Agradeço a compreensão de vocês e espero que gostem :D Não esqueçam de se inscrever no nosso canal e dar o joinha pra divulgar nosso trabalho.



Divergente, Veronica Roth






  • Título: Divergente
  • Autor(a): Veronica Roth
  • Editora: Rocco
  • Ano: 2012
  • Páginas: 502
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Desde que esse livro foi lançado, ele estava guardado na minha estante. Me pergunto porque eu fui demorar tanto para pegá-lo para ler. Foi tão bom que eu bastou alguns dias de folga para já ter engolido o livro inteiro! Ajudou bastante eu estar numa fase bem distópica, emendando um livro no outro, para engolir livros desse tipo como se fossem contos infantis. Pois bem. Eu estava na constante procura por um livro que chegasse aos pés de Jogos Vorazes. E não é que achei um que o superou?

Livros com críticas à sociedade bastam para fazer qualquer um ficar se remexendo na cadeira, revoltado com tudo o que acontece. A Chicago futurista que dá cena ao enredo de Divergente abriga uma sociedade composta de cinco facções: Audácia, Erudição, Amizade, Fraqueza e Abnegação, sendo essa última aquela a qual a nossa personagem principal, Tris, pertence. Aos 16 anos, os adolescentes passam por um teste de aptidão que dirão onde cada um deles pertence. Na Cerimônia de Escolha, cada um deve tomar uma decisão: seguir para a facção de sua aptidão, ou ficar com sua família. Tris, entretanto, é especial. Ela é uma divergente, que quer dizer que você tem aptidão para mais de uma facção. Sua escolha é ainda mais ampla. Se decidir seguir em frente para um novo mundo.

A leitura do livro flui muito bem. Não há nada que tenha me desagradado tanto na narrativa da autora, como na construção de seus personagens. Gosto como ela conseguiu criar uma protagonista forte, e, ao mesmo tempo, imperfeita. E quando achei que já estava satisfeita com aqueles que tinham sido apresentados, surgiram mais alguns que me conquistaram, como o Quatro. Cada um de seus personagens, até aqueles que não têm muito destaque, conseguiram ganhar o meu respeito. Desde de Cassandra Clare, eu não tinha visto alguém com tanto talento para construção de personalidades. Esse foi o fator determinante para marcar o livro como favorito!

Ás vezes, em livros distópicos, vemos autores meio atrapalhados para apresentar seus leitores ao mundo e à sociedade que ele criou. Gosto como Veronica teve paciência para colocar cada informação ao seu tempo, sem precisar interromper a narrativa para explicar tudo de uma vez. Essa tática ajudou, ainda, a nos deixar mais curiosos com a história em si. Fazendo você criar várias teorias que vão se derrubando ao longo da história. Convenhamos que livros previsíveis são mais do que chatos. O que realmente queremos é ser surpreendidos e ler um livro com um final de tirar o fôlego.

A diagramação da Rocco ficou incrível, gostei de como eles usaram uma fonte diferente das que geralmente vemos nos livros, um pouco mais encorpada que o normal. Combinou bastante como o enredo e deu uma sensação diferente na leitura. A capa nem se fala, né? Lindíssima.

Cadê os vídeos?


Olá, pessoal! Não sei se vocês têm acompanhado no Facebook as mensagens que tenho colocado a respeito das gravações dos nossos vídeos. Semana retrasada eu tinha prometido um vídeo sobre o relançamento do livro da Paula Pimenta: Confissão. Depois, eu fiz um post lá na página dizendo que não seria possível postar o vídeo semana passada porque havia acontecido um problema com o cartão de memória da câmera. Pois é, meu cartão pegou um vírus no Windows e eu só conseguia ver os arquivos na câmera; quando eu passava para o computador, acusada que o cartão estava infectado e que a pasta estava vazia. Eu fiquei maluca porque o vídeo tinha ficado muito bom e vocês iriam gostar. Fiquei arrasada, tive que formatar o cartão e perder as fotos e os vídeos que eu tinha separado para colocar no youtube e aqui no blog. Formatei o cartão, acreditando que iria resolver o problema, mas não resolveu.

Esse fim de semana, no sábado, eu convenci minha mãe a gravar um vídeo comigo para fazer um especial dia das mães para vocês. O vídeo ficou lindo, as fotos ficaram melhores ainda e, quando eu fui colocar no computador para editar tudo e postar ontem, aconteceu a mesma coisa. O cartão estava infectado. Quase que eu choro. Corri para casa de outra pessoa e tentei abrir o cartão, mas nada resolvia. A solução era abrir em um computador da Apple, já que o sistema é diferente e o vírus do Windows não iria acusar. Já que ninguém que eu sou próxima tem macbook e eu só consigo isso na faculdade ou no trabalho, eu só vou poder fazer isso dia de semana, no caso, hoje. O vídeo do dia das mães vai sair atrasado, o do livro da Paula Pimenta também, mas eu estou correndo com isso e rezando para que dê tudo certo. Peço mil desculpas a vocês e espero que compreendam o meu fim de semana desastroso, haha.

Divulgada capa de Sábado à Noite 2



Os fãs da Babi Dewet piram! A capa do segundo livro de Sábado à Noite foi divulgada hoje no blog da própria. Ficou simplesmente perfeita! Eu ainda não tive a oportunidade de ler a fanfic que deu origem ao livro, mas espero comprar assim que acontecer o lançamento, que será em julho. O livro já está no Skoob, então corram pra marcar como "desejado" e "vou ler"! :D

Abaixo, você confere a capa e a sinopse, com alguns spoilers do primeiro livro, então se não curte saber antes de ler, melhor nem passar a vista, haha.

Amanda está sozinha. A garota mais popular da cidade agora é o novo alvo de insultos no colégio. Suas amigas se sentem traídas e seu melhor amigo não quer nem saber da versão dela da história. Também, ela é a culpada por ele ter ido embora. Ela é a culpada pela banda ter chegado ao fim. Podemos ser muito mais do que as pessoas acham que somos, não foi isso que Daniel disse para ela quando partiu sem ao menos se despedir? Pois Amanda irá provar para todos que mudou. Sua amizade com Kevin ficará cada vez mais forte, superando todo tipo de preconceito, e ela irá atrás do perdão de seus amigos. O segundo volume da trilogia Sábado à Noite fala mais uma vez sobre amizade, superação e um amor que vem sendo construindo com o tempo. Entre brigas e partidas de paintball, bailes aos sábado com novos integrantes e um festival de música que irá mudar a vida de todos, Amanda e Daniel tentarão se acertar. Já os marotos, antes tão detestados, agora serão as celebridades da vez. Será que eles terão maturidade suficiente para enfrentar essa nova fase e conquistar os corações das suas amadas?



Como avaliar um livro



Reprodução/ Tumblr

Às vezes, quando eu vou classificar algum livro no Skoob, eu fico em dúvida por várias questões. Primeiro, porque quando eu termino uma leitura, eu tenho que esperar algum tempo para poder refletir a respeito da história e o que ela passou para mim. Segundo, porque, o livro pode ter uma mensagem muito inspiradora e bonita, mas a narração nem foi lá essas coisas todas. Mas e aí, por onde a gente deve avaliar um livro? Pelo conteúdo/história, pela narrativa ou pelo design, por exemplo? Resolvi classificar a ordem de tópicos que eu considero mais importantes na hora de avaliar um livro:

1. Narrativa

Nem adianta a história ser brilhante, os personagens serem magnifícos, e a narrativa ser cansativa e chata, não é mesmo? Já peguei vários livros deste tipo, como por exemplo, Destino, que desenrola uma dispotia muito boa, mas que não atrai. A narrativa precisa conter elementos que façam você sorrir, você chorar e até ficar com medo, dependendo do gênero do livro. O autor tem que saber passar a emoção da história para a vida real. O leitor acaba se apegando ao enredo, principalmente se ele se identificar com os personagens.  

2. Impacto da história

Quando eu procuro um livro para ler, eu pesquiso algo que me faça aprender. Exceto quando estou em uma vibe mais "susssa", e prefiro um livro conhecido como "bobinho" para me divertir, e não carregar tanto minha mente. Mas de costume, escolho uma história que me faça refletir no final. Isso aconteceu comigo recentemente, quando eu terminei de ler O Enigma da Borboleta, que me fez ficar pensando em como as pessoas com TOC sofrem. O descfecho do livro foi impactante, assim como o começo da história, que me fez ficar com medo. Esses aspectom fazem com que a classificação suba bastante.

3. Originalidade

Histórias clichês são um saco, principalmente se os dois tópicos acima não forem suficientes para cobrir  a falta de originalidade do autor. Livros deste gênero costumam servir só para entreter e não para ensinar. Nem todos os livros caem no conceito de uma história boa. Quanto mais criativo e original for o enredo, mais alta será a classificação da obra.

4. Gênero

Não há como avaliar todos os livros se os gêneros forem misturados. Há quem leia um livro de ficção e o ache o melhor do mundo e, quando parte para avaliar um clássico, por exemplo, rebaixa a classificação. É interessante ficar atento aos livros que se destacam dentro dos gêneros a que se propõem. Vou dar um exemplo de distopias, já que o gênero está em alta: Jogos Vorazes x Destino: claro que Jogos Vorazes ganha nessa parada, então eu vou classificá-lo com cinco estrelas porque ele foi o melhor do gênero que eu já li até agora. No estilo romance, quem ganha, de lavada é Um Dia, em thriller, Os 13 Porquês é melhor que Bela Maldade, por exemplo.

5. Design

Pode não parecer um aspecto importante, mas a diagramação do livro é um dos tópicos a se avaliar cuidadosamente. Além das cores da capa, do desenho, da fonte e do cuidado que a editora teve na hora de pontuar cada frase, um diferencial na hora de organizar é essencial. Se um livro for uma carta, como em Por isso a Gente Acabou e As Vantagens de ser Invisível, é interessante fazer uns desenhos de riscos, por exemplo, ou até mesmo ilustrações bem trabalhadas como na obra de Daniel Handler. Há quem não ache isso válido, mas tudo fica mais legal quando ganha uma cor, isso ninguém pode negar.

Será que os jogos e as séries estão "matando" a literatura?



Se você acha que já viu esse título em algum lugar ou que já leu algo parecido, pode ficar despreocupado que isso não é um texto plagiado. Eu li essa informação no Literatortura e como se trata de um tema que abre portas para opinar, eu resolvi passá-lo aqui para vocês. Uma campanha da Associação de Editores de Madrid sugere que atividades como jogos – sejam em mobiles ou em consoles – e seriados de televisão, estão roubando a vez do livro e matando-o. Eles se basearam na ideia de que quanto mais ocupado você estiver jogando ou assistindo séries, menos tempo você se dedicará a leitura. A foto abaixo ilustra um pássaro do Angry Bird derrubando o castelo de Dom Quixote.

A campanha faz sentido. Conheço muitos gamers, inclusive meu namorado, que deixa de ler, para jogar. Ou deixa de fazer qualquer outra coisa pra jogar. Meu irmão mais novo, de 12 anos, também é um exemplo deste caso. Já tentei fazer com que ele lesse Harry Potter enquanto ele estava zerando God of War III no Playstation ou até quando ele estava viciado em algum jogo no computador. Não tem jeito! Para quem gosta de imagem, ação e som, é difícil se desprender da frente de um computador ou de uma televisão para embarcar nas páginas "morgadas" de um livro, onde a leitura pode dar sono, preguiça ou qualquer outra coisa que faça surgir a velha desculpa "não gosto de ler".

A sorte deles, é que nenhum gosta de séries. Neste caso, a viciada sou eu. Se brincar, eu passo o dia na frente da televisão assistindo The Big Bang Theory, Two and a Half Man e Friends. Mas como meu vício em leitura é muito maior que qualquer coisa, aquele livrinho, que sempre está perto de mim, acaba me conquistando e falando mais alto que a série de televisão. Consigo equilibrar minhas duas principais fontes de entretenimento. Além disso, ainda tenho faculdade, estágio, namorado, curso no fim de semana e o pouco tempo que dedico para descansar. Bom, é uma luta diária para saber o que vem na frente, mas aprendi a distribuir as horas, e consigo até ler um livro por semana.
O personagem do Pequeno Príncipe é baleado em Call Of Duty
O legal é quando dá pra conciliar duas mídias em uma mesma história, como acontece em Game of Thrones (televisão) e As Crônicas de Gelo e Fogo (livro). Nesse caso, por falta de tempo, eu estou mais avançada na série do que nos livros porque, como vocês sabem, os livros são bem pesados e de difícil leitura. A terceira temporada já estreou e eu ainda não parei para baixar nenhum episódio, mesmo sendo minha série favorita, tanto televisionada como nas páginas. São sete livros, cinco já lançados aqui no Brasil e, até agora, eu só consegui ler o primeiro da série.
 
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