Indicação #5: American Horror Story




Minha vontade de assistir essa série veio daquela vozinha dentro da minha cabeça falando para eu sair da minha zona de conforto. Eu, particularmente, odeio qualquer coisa que tenha alguma referência de terror. E quanto anunciaram o início da série, nem passou pela minha cabeça assistir. Primeiro, por causa do tema de série. Segundo, porque a promo era sinistra demais. Hahaha Mas, bem, eu tenho uma conta no tumblr, e para quem tem tumblr não é muito fácil evitar de assistir certas séries de TV, aqueles gifs lindos sempre dão um jeito de nos persuadir, estou certa?! Então, resolvi fazer uma pesquisa entre meus amigos que assistem a série, e dar uma olhada na página dela do orangotag (que, por acaso, me deixou ainda mais confusa com os "af, não dá medo nenhum" e os "nossa, morri de medo, dormi com a luz acesa"). Um dia inteiro para decidir e finalmente baixei American Horror Story.

Medrosa como sou, abri todas as janelas do meu quarto (não estava de noite, claro!), diminuí o volume do computador, e o tamanho da tela! Tudo por medo de ter medo. Para poupar vocês do suspense sobre a minha reação, não posso dizer que "não dá medo", mas também não vou dizer ao certo que é uma série genuinamente de terror. É um meio termo, por assim dizer. A primeira cena de AHS é bem sinistra. Entre os poucos filmes de terror que assisti, já sei adoram começar com uma cena impactante e a série de TV não fugiu desse padrão.

A série estreou em novembro de 2011 e contou com apenas 12 episódios para fechar a primeira temporada, e foi criada por Ryan Murphy e Brad Falchuk, os co-criadores de Glee! AHS ganhou um prêmio no Golden Globe Award por Melhor Série de Drama. Sim, drama! Acontece que a série não é apenas "terror", ela é "terror-drama", embora eu deva dizer que com o passar dos episódios, ela se torna muito mais inclinada ao drama.

"As Peças Infernais", de Cassandra Clare, chega em maio!


Para quem não sabe, Cassandra Clare criou uma nova série de Caçadores das Sombras, que acontece mais ou menos 130 anos antes da história de Jace e Clary! O primeiro livro da série tem previsão para ser lançado em Maio e se chamará Anjo Mecânico. Confira a capa que a Galera Record divulgou essa semana!

Quando Tessa Gray, uma jovem de dezesseis anos, atravessa o oceano para se reunir ao irmão, o seu destino é a Inglaterra do reinado da rainha Vitória e aventuras aterrorizantes aguardam-na no Mundo-à-Parte de Londres, onde vampiros, bruxos e outras personagens sobrenaturais palmilham as ruas iluminadas a gás. Apenas os Caçadores de Sombras, guerreiros que se dedicam a livrar o mundo de demônios, conseguem manter a ordem no caos. Raptada pelas misteriosas Irmãs Escuras, membros de uma organização secreta chamada Clube Pandemonium, Tessa fica a saber que também pertence ao Mundo-à-Parte e que possui uma habilidade rara: o poder de se transformar, quando quer, noutra pessoa. Além disso, o Magister, a figura misteriosa que dirige o clube, tudo fará para reclamar o poder de Tessa para si. Sem amigos e perseguida, Tessa refugia-se junto dos Caçadores de Sombras do Instituto de Londres, que lhe juram encontrar o irmão se usar o seu poder para os ajudar. Em breve se sente fascinada, e dividida, entre dois amigos: James, cuja beleza frágil esconde um segredo mortal, e Will, um rapaz de olhos azuis, cujo humor cáustico e temperamento volúvel mantêm todo mundo distante... ou seja, todos menos Tessa. Enquanto a investigação os vai arrastando para o âmago de uma conspiração tenebrosa que ameaça destruir os Caçadores de Sombras, Tessa percebe que poderá ter de escolher entre salvar o irmão e ajudar os seus novos amigos a salvar o mundo... e que o amor pode ser a magia mais perigosa de todas.

Estou lendo o livro e estou amando! Semana que vem a resenha deve estar saindo aqui no blog. E, o melhor de tudo, é que quem ainda não leu (ou leu apenas alguns livros) da série Instrumentos Mortais, não deve se preocupar pois dá para você entender perfeitamente. Cassandra Clare reapresenta tudo! Mal posso esperar para resenhar aqui para vocês.

Confiram aqui o book trailer (em inglês)




Resenha: A Guerra dos Tronos - George R. R. Martin




  • Título: A Guerra dos Tronos
  • Autor: George R. R. Martin
  • Editora: Leya
  • Ano: 2010
  • Páginas: 592

Quando Eddard Stark, lorde do castelo de Winterfell, recebe a visita do velho amigo, o rei Robert Baratheon, está longe de adivinhar que a sua vida, e a da sua família, está prestes a entrar numa espiral de tragédia, conspiração e morte. Durante a estadia, o rei convida Eddard a mudar-se para a corte e a assumir a prestigiada posição de Mão do Rei. Este aceita, mas apenas porque desconfia que o anterior detentor desse título foi envenenado pela própria rainha - uma cruel manipuladora do clã Lannister. Assim, perto do rei, Eddard tem esperança de o proteger da rainha. Mas ter os Lannister como inimigos é fatal - a ambição dessa família não tem limites e o rei corre um perigo muito maior do que Eddard temia. Sozinho na corte, Eddard também se apercebe que a sua vida nada vale. E até a sua família, longe no norte, pode estar em perigo.
Essa com certeza é uma das resenhas mais difíceis que já escrevi/vou escrever. Primeiro porque quando eu gosto de uma coisa eu geralmente tenho dificuldade de me expressar. Sempre acho que está faltando alguma coisa ou a frase não fez jus ao que eu queria dizer. Segundo porque sempre há aquele "quê" de fanatismo que não consigo camuflar nem com as palavras mais imparciais do mundo. Acabo falando muito do que eu senti enquanto lia a história e esqueço de ressaltar o que realmente importa: a qualidade da obra. Espero que eu não caia na besteira de fazer isso com essa resenha porque sinceramente, estragar a resenha de um livro como A Guerra dos Tronos seria um dos maiores erros da minha curta história como julgadora de livros.

Resenha: Um Homem de Sorte - Nicholas Sparks





  • Título: Um Homem de Sorte
  • Autora: Nicholas Sparks
  • Editora: Novo Conceito
  • Ano: 2011
  • Páginas: 349

“Mas não estava em outra época e lugar, e nada daquilo era normal. Trazia a fotografa dela consigo há mais de cinco anos. Atravessou o país por ela.” “Era estranho pensar nas reviravoltas que a vida de um homem pode dar. Até um ano atrás, Thibault teria pulado de alegria diante da oportunidade de passar um fm de semana ao lado de Amy e suas amigas. Provavelmente, era exatamente isso de que precisava, mas quando elas o deixaram na entrada da cidade de Hampton, com o calor da tarde de agosto em seu ápice, ele acenou para elas, sentindo-se estranhamente aliviado. Colocar uma carapuça de normalidade havia-o deixado exausto. Depois de sair do Colorado, há cinco meses, ele não havia passado mais do que algumas horas sozinho com alguém por livre e espontânea vontade. (...) Imaginava ter caminhado mais de 30 quilômetros por dia, embora não tivesse feito um registro formal do tempo e das distâncias percorridas. Esse não era o objetivo da viagem. Imaginava que algumas pessoas acreditavam que ele viajava para esquecer as lembranças do mundo que havia deixado para trás, o que dava à viagem uma conotação poética. prazer de caminhar. Estavam todos errados. Ele gostava de caminhar e tinha um destino para chegar.

Posso dizer que sou a rainha das falsas expectativas quando se trata de um livro de Nicholas Sparks. Depois do último livro que li dele, A Última Música, que não foi bem o que eu imaginei, eu desisti. Decidi que nunca veria no autor o que todas as pessoas veem. Claro, ele tem uma descrição impecável, seu jogo de palavras é genial, romances que de tão simples e despretensiosos, se tornam épicos, além da conexão com a espiritualidade que seus personagens têm, que é simplesmente linda. Estudei em colégios católicos desde que eu tinha sete anos, e aprendi muito bem a valorizar a religião na vida das pessoas, acho que isso é um grande toque nos personagens de Sparks. Mas ainda assim, seus livros não tinham aquele brilho que me fizesse sair os recomendando.

Bom... Desconsidere isso. Um Homem de Sorte certamente é um livro especial. Quando li sua sinopse, devo dizer que não dava nada por sua história. Um homem que acha uma foto de uma moça no meio do deserto e decide ir procurar por ela? Não sei vocês, mas eu achei isso bem esquisito, para não dizer assustador. Se um rapaz que eu nunca vi batesse na minha porta com uma foto minha na mão, eu provavelmente chamaria a polícia! Mas acontece que eu não estava bem entendendo a essência do livro e do propósito do rapaz citado. Para resumir, Logan Thibault achou a foto no deserto, enquanto servia ao exército, mas ele procurou pelo dono dela. Sem obter sorte, ele decidiu por ficar com a imagem, sem saber bem o porquê, nem tendo intenções maliciosas. Victor, amigo de Thibault, um cara supersticioso, percebe que a foto mudou a sorte do amigo, que sobreviveu a onze bombas, entre outros ataques, chegando até a ser mal visto entre seus colegas por causa de sua sorte fora do comum. Thibault não acreditou no amigo, mas quando sai do Iraque, se deixa convencer que tem um débito com a mulher da foto.

Primeiro, achei que o livro seria a longa jornada de Logan atrás da moça da foto, mas isso acontece já no começo. Cada capítulo segue sobre a perspectiva de cada personagem principal, Thibault, Beth (a moça da foto) e Keith (ex-marido de Beth), como é costumeiro do autor, o que faz com que o enredo flua melhor. Os personagens têm em torno de trinta anos, mas ainda procurando algum lugar no mundo, Beth casou muito nova por ter engravidado, poucos meses depois já estava divorciada, seu ex-marido sofre de uma imaturidade sem tamanho, talvez por causa da pressão em sua família, talvez por causa de todo o dinheiro em sua volta, ou por ele ser um grande babaca, mesmo, mas suas atitudes geram consequências em seu filho com Beth, Ben, um menino muito fofo, que tem dez anos e é pequeno, pouco atlético, fascinado por livros e xadrez... e nada do que o pai queria. Tem muito mais nesse meio todo do que eu estava imaginando, Thibault entra nessa complicação, e sem mesmo perceber, acaba mudando a vida deles, seja isso bom ou ruim.

Obviamente, estamos falando sobre um livro de Nicholas Sparks, então não podemos descartar que todo drama que houver entre os personagens, ele vai dar um jeito de multiplicar, e nos fazer sofrer mais um pouquinho, mas eu sempre digo que é a mistura de sentimentos que faz um livro ser bom, se ele não conseguir esboçar nada em nós, nem mesmo raiva pelo personagem principal, quer dizer que não foi escrito por um autor competente. Eu ri, tive raiva, tristeza, mais um pouco de raiva e muita alegria. Ele conseguiu me manipular com suas palavras, e eu nem me importei. Quando acabei o livro, simplesmente fechei ele e sentei na cama com um “uau” preso na minha garganta. Sei que minha opinião anterior sobre o autor é super impopular, mas quem concordar com ela, peço que deem uma chance a esta obra que se tornou minha preferida do autor. Mas caso você já ame o autor, leia o livro porque eu sei que há sempre um espacinho para mais um livro de Nicholas Sparks em seu coração de fã!

Geral: (5/5)
Narrativa: (4/5)
História: (4/5)
Facilidade de Leitura: (5/5)
Design: (5/5)
Revisão: (4/5)

Batalha de Capas #01: Bela Maldade - Rebecca James


Bom, quando lançamos o layout novo, mostramos também que tivemos novas ideias pras colunas aqui no blog. Essa é a estreia da coluna Batalha de Capas que bem... Tá na cara que é uma competição de capas. Eu mostro as capas de diferentes países do mesmo livro. Algumas são iguais e só mudam o título e outras são completamente diferentes.

Resolvi escolher o livro Bela Maldade, que ganhou uma versão linda aqui no Brasil pela editora Intrínseca. Bom, eu fiquei meio confusa pra achar as capas dos diferentes países porque nos Estados Unidos, por exemplo, há mais de uma versão de Beautiful Malice e isso dificultou um pouco minha procura. Mas achei um dos principais designers pra vocês. Então... Votem! E depois voltem pra conferir o resultado :D


Indicação #04: Game Of Thrones


Bom, aqui estou eu pra falar de uma série de TV. São poucas as que eu acompanho, mas essa merece meu carinho e atenção especial. Como tudo mundo já deve ter visto, eu estou lendo o livro que inspirou a série: A Guerra dos Tronos de George R. R. Martin, que faz parte da septologia (isso existe?) das Crônicas de Gelo e Fogo. A série é do canal HBO, o que já diz muita coisa. Só pras vocês terem uma ideia: só no primeiro episódio da série, o número inicial de espectadores foi de 4.2 milhões. Devo dizer que é uma coisa completamente viciante. É uma obra de arte, um esplendor de perfeição e, e... parei. Se eu pudesse passaria o dia falando da história pra todo mundo que conheço, mas ninguém iria querer ficar ouvindo, então eu resolvi escrever pra vocês. Me agüentem, porque agora que eu tenho meu espaço, eu vou escrever a lot. RISOS.

O desenvolvimento da série começou em 2007, logo após a HBO ter comprado os direitos dos sete livros das Crônicas de Gelo e Fogo (A Song of Ice and Fire). As filmagens da primeira temporada começaram em 26 de julho de 2010. A série só foi ter sua brilhante estreia no dia 17 de abril de 2011. Até lá, eu nem sabia da existência de nenhuma das obras. Foi quando Fernando, o irmão do meu amigo Felipe (aquele que me indicou Florence, haha) começou a falar que a série era muito boa e não parava de me encher de spoilers sobre a história e os personagens. Agradeço muito a ele por isso (mentira, eu odeio spoilers), haha. Enfim, um belo dia eu resolvi baixar os episódios... e *boom* me apaixonei. Não é por acaso que as primeiras resenhas da primeira temporada foram bem positivas, com os críticos notando o quão bem feito era o mundo de Westeros, os personagens convincentes, e dando atenção especial para a força dos atores mirins.

Resenha: A Esperança - Suzanne Collins




  • Título: A Esperança
  • Autora: Suzanne Collins
  • Editora: Rocco
  • Ano: 2011
  • Páginas: 424

Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais de lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução.
A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo.
O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?
Acompanhe Katniss até o fim do thriller, numa jornada ao lado mais obscuro da alma humana, em uma luta contra a opressão e a favor da esperança.

A princípio pensei em fazer a resenha assim que terminei o livro, mas mudei de ideia assim que escrevi a primeira frase. O talento de Suzanne Collins é algo inquestionável, sem dúvida, e a série me conquistou por sua inteligência, e sua autenticidade, e com o enredo distópico. Conhecendo a autora do jeito que conheci ao ler suas obras, de forma alguma eu estava esperando um final daqueles que vemos em filmes. É de uma guerra que nós estamos falando. E, muito mais do que a guerra, é de Suzanne Collins que estamos falando, e sabemos como ela se esforça para manter os pés na realidade.

Tudo o que ela fez poderia ser perdoado pelos motivos citados no primeiro parágrafo. Mas nada foi perdoado por mim no momento em que ela fez eu me apaixonar por cada um dos personagens, até o Gale, que era quase um nada nos primeiros livros. Suzanne foi cruel e impiedosa com seus personagens, e com sua história, como se ela estivesse punindo eles. Eu posso resumir minha experiência com esse livro só através da palavra “tristeza”, passei muito mais tempo absorvendo as consequências da guerra do que vivendo ela em si. A gente vai pensando que, porque Katniss é o símbolo da revolução, que ela vai estar envolvida em todo ato de ação que ocorre na história, mas não é bem assim. A Esperança foi algo muito mais filosófico. Claro, ele tinha seus momentos, é de Jogos Vorazes que nós estamos falando.

“Fire is catching! And if we burn, you burn with us!”

Se me perguntarem se gostei ou não do livro, vou dizer que esta é uma pergunta bem complexa. Por isso, dei a ele três estrelas, nem mais, nem menos. Algo mais neutro. Talvez a autora não tenha dado o fim que eu esperava, mas devo dizer que eu não tinha algo a qual esperar, eu só torcia para que ela não fizesse exatamente o que fez. Talvez eu possa dizer que Suzanne Collins é uma autora incrível por ter conseguido me derrubar, mas não vou dizer isso por causa desse livro, não só por causa do final, mas por causa de toda a extensão dele, que é uma série de acontecimentos cruéis e desnecessários. Me pareceu muito esforço para mostrar como a vida pode chegar no fundo do poço, e como podemos perder tudo o que temos em um piscar dos olhos. E quando os personagens finalmente entenderam isso... a autora continuou a dar essas lições.

“O que eu preciso é de um dente de leão na primavera. O amarelo brilhante que significa renascimento em vez de destruição. A promessa de que a vida pode continuar, não importa o quão ruim sejam as nossas perdas. Que pode ser boa novamente.”

Jogos Vorazes sem dúvida é uma série de livros com o potencial para se tornar um “clássico contemporâneo”, certamente tem o que é preciso. Uma autora brilhante, e personagens inteligentes, que fogem da “síndrome de Bella Swan”, mas não vou negar que me decepcionei. Me decepcionei feio. Senti que os personagens se perderam, se tornaram pessoas completamente diferente. Eu sei que a guerra muda o modo de pensar e agir, mas não foi bem assim. Seria ótimo se tivesse acontecido desse jeito, se os personagens tivessem tirado alguma coisa boa de uma situação tão crítica, parece que só aprenderam quando aconteceu algo realmente grave. Quando perderam algo realmente valioso. A única coisa que me deu algum conforto, foi o epilogo.

Desculpa se eu estraguei a empolgação de vocês, mas antes que eu pudesse ler, algumas pessoas vieram me avisar do final decepcionante, o que diminuiu muito minhas expectativas. Mas eu sou eu, não é? Li várias resenhas no Skoob e vi que tiveram pessoas que adoraram, que acharam perfeito. Eu não acho que as decisões tomadas no final tenham sido de coração. O que aconteceu, como eles terminaram, pareceu conveniente, não foi realmente uma escolha de Katniss, apenas aconteceu e ela se deu por satisfeita de terem feito a escolha por ela. A personagem merecia muito mais do que isso.

Geral: (3/5)
Narrativa: (5/5)
História: (2/5)
Facilidade de Leitura: (4/5)
Design: (5/5)
Revisão: (5/5)