

Pois é, pessoal! Desde que esta mesma pesquisa feita pela consultoria econômica websetorial para a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF) no primeiro período do ano passado, houve um decréscimo de 0,6% de produção gráfica editorial.
Ainda que os números mostrem que em questão de produtos impressos, como embalagens, a situação tem crescido, uma retração foi percebida nos impressos comerciais, que consistem em jornais, embalagens impressas de plástico, e produtos gráficos editoriais, sobretudo os livros, diminuindo 2,6%, 2,3% e 0,4%, respectivamente.
O presidente da ABRIGAF Nacional, Fábio Arruda Mortara, salientou que sua maior preocupação se dá pelo fato da crescente contratação no exterior da impressão de livros brasileiros, inclusive os didáticos, que estão inclusos na maioria das listas de compras governamentais. “As gráficas brasileiras, em termos de tecnologia, capacidade de atendimento à demanda e know how, são tão capacitadas quanto as melhores do mundo. No entanto, arcam com custos que as concorrentes internacionais não têm, como PIS/Cofins, encargos sociais elevadíssimos sobre a folha de pagamentos e tributos sobre insumos, como a tinta e outros substratos. Por isso, seria urgente uma desoneração da atividade, como já ocorreu com outros ramos da indústria, para resgatar sua competitividade”, explica Fábio.

















5 comentários:
Nossa pra mim foi o contrário, mas tudo bem, as pesquisas sempre tem mais relevancia. haha
Tá explicado... Muito imposto para pagar aqui no Brasil. Acho que entendo.
É a indústria gráfica nacional, Rafael! Quer dizer que nossos livros ainda estão sendo produzidos a todo vapor, só que no exterior! :/
Triste realidade >.<
Difícil a condição do povo brasileiro, mas é a realidade, acredito que também tenha relação procura x preço.
Deise ^^
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